Tipos mais comuns
O câncer mais frequente no Brasil, e com alta chance de cura.
Quando diagnosticado e tratado cedo, o câncer de pele costuma ter excelente prognóstico. A cirurgia é o tratamento principal na maioria dos casos.
Carcinoma basocelular
O mais comum. Cresce devagar e raramente se espalha, mas pode destruir os tecidos ao redor se não for tratado.
Carcinoma espinocelular
Mais frequente em áreas expostas ao sol. Exige tratamento rápido, pois pode se disseminar.
Melanoma
Menos comum e mais agressivo. O diagnóstico precoce é decisivo para o tratamento.
Sinais de alerta
Procure avaliação se uma pinta ou ferida:
- — mudou de tamanho, cor ou formato
- — tem bordas irregulares ou várias cores
- — sangra, coça ou forma crosta com facilidade
- — é uma ferida que não cicatriza em 4 semanas
O diagnóstico da lesão é feito em conjunto com o dermatologista, que também acompanha a pele ao longo do tempo.
Retirada e reconstrução
Tratar com segurança, reconstruir com cuidado.
- 01
Retirada com margem
A lesão é removida com uma faixa de pele saudável ao redor, para reduzir o risco de o tumor voltar.
- 02
Análise da peça
O material vai para exame anatomopatológico, que confirma o tipo de tumor e se as margens estão livres.
- 03
Reconstrução
Conforme o tamanho e o local, a ferida é fechada diretamente, com retalhos da pele vizinha ou com enxertos, sempre respeitando as linhas naturais do rosto e do corpo.
Dúvidas frequentes
Sobre a cirurgia de câncer de pele.
Vai ficar cicatriz?
Toda cirurgia deixa cicatriz. O planejamento busca posicioná-la nas linhas naturais da pele, para que fique o mais discreta possível.
A cirurgia é feita no consultório ou no hospital?
Depende do tamanho e da localização da lesão. Lesões menores costumam ser tratadas com anestesia local; casos maiores ou que exigem reconstruções mais complexas são feitos em hospital.
O plano de saúde cobre?
Por ser um tratamento oncológico e reparador, a cirurgia costuma ter cobertura. A equipe orienta sobre o processo de autorização.
Preciso de acompanhamento depois?
Sim. Quem já teve câncer de pele deve fazer avaliações periódicas com o dermatologista e manter a proteção solar diária.